Paulo Gazela no Breu do Blues

A energia do Blues está viva e atual. As canções nunca perderam seus significados, e quando tocadas por “Paulo Gazela no Breu do Blues”, entendemos o significado da palavra “feeling” (sentimento - termo musical: Musica com sentimento; Blues com sentimento). O improviso do Blues, as sensações, a expressão o sentido das canções são as metas desta banda.
A banda campineira vem agitando o cenário Blues do interior de São Paulo a Minas gerais. O clima descontraído, as emoções e a força do estilo aparecemna voz e na gaita de Paulo Gazela (da extinta banda “Mojo Express” - Campinas), que levanta o público, fazendo-o cantar e dançar o Blues. Na guitarra, Gustavo Scaranelo faz bom uso das referencias dos grandes guitarristas contagiando a todos com seus solos enérgicos. O Baixista Bruno Buzzo e o Joven Baterista Raphael Gonçalves trazem o groove e o peso com muita sofisticação.
“O nosso Blues é moderno, traz a força do rock, e a sofisticação do Jazz. É um Blues livre, maleável, se molda conforme o momento e nossos sentimentos, da forma como foi concebido. É como o Blues Tradicional de Robert Johnson ou Muddy Waters, mas carrega características modernas e arrojadas” – diz Paulo Gazela.
“Paulo Gazela – no Breu do Blues” desenvolve no palco uma energia contagiante. A banda trabalha o velho Blues Tradicional com uma roupagem jovial e descontraída, as velhas canções ressurgem em arranjos modernos. A interação de Paulo Gazela com o público envolve a todos em torno de uma grande festa do Blues, onde é impossível ficar parado.
A banda apresenta em seu repertório canções dos grandes clássicos do Blues de Chicago como Muddy Waters, Howlin Wolf, Willie Dixon, Little Walter. Passa também através do Blues mais elaborado da década de 60, como Buddy Guy, Junior Wells e BB King, e pegando um pouco do Blues e Blues Rock moderno e de Steve Ray Vaughan e Jimi Hendrix.
“O Blues não é uma música triste. Antigamente, era cantada para afastar a tristeza e as dificuldades dos negros Norte-Americanos, hoje cantamos para afastar as tristezas e dificuldades do dia a dia moderno. O blues não morreu, e nunca vai morrer. É uma temática que será sempre atual.
Além do mais, o Blues é o pai do Rock’n'Roll, e isso o público reconhece. ” - Comenta Paulo Gazela .
